Sixers usam tecnologia para melhorar mecânica de arremesso de Fultz

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PHILADELPHIA, PA - OCTOBER 20: Markelle Fultz #20 of the Philadelphia 76ers shoots a foul shot against the Boston Celtics at the Wells Fargo Center on October 20, 2017 in Philadelphia, Pennsylvania. NOTE TO USER: User expressly acknowledges and agrees that, by downloading and or using this photograph, User is consenting to the terms and conditions of the Getty Images License Agreement. (Photo by Mitchell Leff/Getty Images)

O Philadelphia 76ers está fazendo de tudo para ter o novato Markelle Fultz de volta às quadras. Mesmo sem sentir dores no ombro, onde sofreu uma lesão, Fultz ainda tem dificuldades de realizar sua mecânica natural de arremesso, tendo que fazer uma forma totalmente diferente, e, com isso, piorando seu aproveitamento e, consequentemente, seu estilo de jogo. Mas, a franquia tem usado a tecnologia para trazer o jogador de volta ao seu padrão.

Segundo Kyle Neubeck, do PhillyVoice, a franquia da Pensilvânia tem usado uma espécie de óculos tecnológico, que na verdade seria uma realidade virtual de basquete, em que o armador simula situações de jogo e, com isso, pode evoluir fisicamente. Alguns jogadores, como DeAndre Jordan, do Los Angeles Clippers, e Andre Drummond, do Detroit Pistons, também já usaram o aparelho para melhorarem sua forma de arremesso para o lance livre.

Nesta temporada, os dois pivôs demonstraram uma evolução. Jordan, em 2016-2017, teve 48,2% no lance livre, sendo a sua segunda melhor marca da carreira. Em 2017-2018, o pivô esta com 57,9% de aproveitamento, sendo disparado o seu melhor número. Já Drummond, no ano passado teve 38,6% nos lances livres. Neste ano, o pivô está com simplesmente 62%, ou seja, uma grande evolução.

Segundo o gerente geral dos Sixers, Brian Colangelo, o armador não deveria voltar enquanto não retornasse ao seu arremesso normal, ou seja, antes da contusão. “Os tiros de perímetro são onde você desenha uma linha”, disse o GM do Philadelphia. O objetivo, segundo a franquia, é do jogador lembrar-se como é fácil arremessar uma bola e retornar ao seu estilo de jogo normal. Com a tecnologia, ele poderá ver como está sua mecânica e o que pode fazer para retomar ao que era usado antigamente.

Em apenas quatro jogos no ano, Markelle teve médias de seis pontos, 2,3 rebotes e 1,8 assistência. Além disso, teve 33,3% de aproveitamento nos arremessos de dois pontos, 50,5% nos lances livres e nem sequer tentou disparar para três pontos.

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